RELAÇÕES DE CONVIVÊNCIA, CONFLITO, INDISCIPLINA E VIOLÊNCIA EM ESCOLAS PÚBLICAS
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RELAÇÕES DE CONVIVÊNCIA, CONFLITO, INDISCIPLINA E VIOLÊNCIA EM ESCOLAS PÚBLICAS

Código de artículo:
E1000710757
Editorial:
EDITORA APPRIS
Fecha edición:
Materia
Libros para Todos
ISBN:
9788547321185
Formato:
EPUB
Idioma:
Portugués
Tipo de libro:
Ebook
DRM
Si

Este livro, intitulado Relações de convivência, conflito, indisciplina e violência em escolas públicas: análise de um programa de governo, das autoras Angela Maria Martins, Maria Helena de Aguiar Bravo e Rosimeire Souza de Oliveira, apresenta resultados da pesquisa financiada pelo Edital Universal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq, processo 445406/2014-3) e pela Fundação Carlos Chagas, que analisou um programa de governo, denominado Sistema de Proteção Escolar, instituído oficialmente pela Resolução n.º 19, de 12 de fevereiro de 2010, cujo objetivo é o de instaurar na rede pública de escolas do estado de São Paulo ações para prevenir, mediar e resolver conflitos com vistas a promover ambientes capazes de garantir segurança aos alunos, suas famílias e aos funcionários. O estudo teve como propósito investigar a implementação do referido programa de governo em escolas públicas estaduais paulistas, com base na análise dos fundamentos políticos e pedagógicos expressos em diretrizes legais e documentos oficiais da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (Seesp), de um lado. De outro lado, procurou compreender percepções de diretores, professores e alunos a respeito das relações de convivência, fatos e aspectos envolvendo situações de conflito, indisciplina e violência na rede estadual de ensino paulista. Em outros termos, procurou-se construir uma metodologia de análise que permitisse examinar a fundamentação das diretrizes que orientam o Sistema de Proteção Escolar no -escopo do cenário contemporâneo sobre situações de conflito que envolvem escolas, alunos, suas famílias e comunidade externa. Também procurou realizar um trabalho colaborativo com gestores de Diretorias de Ensino, no processo de implementação do programa, identificando fatores que podem interferir nas relações de convivência no cotidiano escolar, em diálogo com diretores de escolas, professores, mediadores comunitários e alunos.

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